Você não precisa de um advogado que entende de digital. Precisa de um que entende do seu negócio.
Negócios digitais crescem rápido. A estrutura jurídica que os acompanha, geralmente não.
Isso cria um gap. E esse gap tem consequências práticas: contratos que não protegem, estruturas que não suportam o próximo passo, ativos construídos sem titularidade clara.
Trabalho com creators, agências e profissionais digitais que já chegaram nesse ponto — e precisam de alguém que entenda o negócio antes de falar sobre direito.
Por que me especializei nisso
Eu não cheguei a esse mercado por acaso.
Ao longo da minha trajetória, ficou evidente um movimento claro. Os negócios digitais passaram a crescer em velocidade muito maior do que a estrutura jurídica que os acompanha.
Novos modelos surgiram. A forma de monetizar mudou. As relações comerciais se tornaram mais complexas. E, mesmo assim, a maior parte das soluções jurídicas continuava sendo pensada para um outro tipo de realidade.
O problema não era falta de conhecimento técnico.
Era falta de contexto.
O advogado sabia elaborar contratos, mas não entendia como funcionava um lançamento. Sabia estruturar uma empresa, mas não compreendia por que um negócio digital precisa separar operações, proteger ativos intangíveis e organizar parcerias com clareza.
Quem pagava o preço por esse gap era o cliente.
Foi nesse espaço que eu decidi atuar — e onde continuo.
O que isso significa na prática
Sou advogado e sócio no Scartezzini Advogados Associados, com atuação em Direito Digital, Contratos, Propriedade Intelectual e Direito Empresarial, tanto no consultivo quanto no contencioso.
Ao longo dos anos, concentrei meu trabalho em negócios digitais porque é onde a distância entre o que o mercado precisa e o que a advocacia tradicional entrega é maior.
Na prática, isso significa atuar em todas as fases relevantes da operação.
Estruturar contratos de prestação de serviços, parcerias, licenciamento e modelos de monetização. Organizar a base jurídica do negócio, seja por meio de reorganização societária ou definição clara de responsabilidades. Proteger marca, conteúdo, imagem e outros ativos digitais. Adequar a operação à LGPD e estabelecer regras que permitam crescimento com previsibilidade.
Estrutura jurídica, nesse contexto, não é burocracia. É o que permite que o negócio cresça sem que cada novo passo crie um problema novo.
Quando o problema já aconteceu
Nem tudo se resolve com prevenção.
Em muitos casos, o problema já existe. Uma parceria deu errado, um contrato foi descumprido, um conteúdo foi utilizado sem autorização ou um cliente questiona algo que não estava claro.
Nesses momentos, a atuação jurídica precisa considerar não apenas o direito, mas o contexto do negócio digital.
Isso envolve disputas contratuais, responsabilidade civil no ambiente online, uso indevido de imagem e conflitos que impactam diretamente a operação e a reputação.
Como eu trabalho
O diferencial do meu trabalho não está apenas no conhecimento jurídico.
Está na forma como ele é aplicado.
Eu não começo pelo direito. Começo pelo negócio.
Entendo como a operação funciona, como a receita é gerada, quais são as relações envolvidas e onde estão os riscos reais. A partir disso, construo a estrutura jurídica adequada para aquele contexto.
Isso significa sair de uma lógica reativa e trabalhar de forma estratégica.
O jurídico deixa de ser algo acionado apenas quando o problema aparece e passa a fazer parte da operação.
Como eu penso
Um negócio digital precisa de estrutura jurídica quando começa a depender de decisões que envolvem contratos, parcerias, receita e posicionamento.
Sem isso, o crescimento passa a depender de improviso.
Com isso, o crescimento passa a ter base.
Um contrato mal feito não aparece no balanço — até o dia em que aparece. Uma estrutura mal organizada não trava o crescimento imediatamente — até travar. Um ativo sem proteção não gera problema — até que alguém conteste.
O objetivo não é apenas estar juridicamente correto. É permitir que o negócio cresça com mais clareza, previsibilidade e segurança.
Para quem eu trabalho
Eu trabalho com quem já está em movimento.
Creators, agências, profissionais e negócios digitais que já operam, já tomam decisões e já sentem o impacto dessas decisões na prática.
Em comum, todos chegaram em um ponto onde a próxima decisão é grande demais para improvisar.
E perceberam que precisam de alguém que entenda o negócio, não apenas o direito.
Eu não sou advogado que também atende o digital.
É o que eu faço.
Se você está construindo um negócio digital e já percebeu que crescer exige mais do que improviso, é nesse ponto que o meu trabalho começa.
Acompanhe o que publico no LinkedIn — é onde traduzo, semanalmente, os problemas jurídicos que negócios digitais enfrentam no dia a dia e raramente discutem abertamente.
Ou, se fizer sentido para o momento do seu negócio, o próximo passo é entender como funciona a consultoria.